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VI Reunião de Ministras e Altas Autoridades da Mulher do Mercosul

Nos próximos dias 6 a 8 deste mês, ocorrerá em Brasília/DF a VI Reunião de Ministras e Altas Autoridades da Mulher do Mercosul - RMAAM. Com vistas a dar seguimento às deliberações acordadas na última reunião realizada em Buenos Aires/Argentina, a agenda concentra-se na construção das Diretrizes da Política de Igualdade de Gênero no Mercosul.

"A Reunião de Ministras e Altas Autoridades do Mercosul (RMAAM) foi criada em dezembro de 2011 de acordo com a Decisão nº 24/11 do Conselho do Mercado Comum (CMC). É nossa instância de diálogo entre as máximas autoridades de gênero dentro da estrutura institucional do Mercosul, a qual substitui a anterior Reunião Especializada da Mulher (REM), criada em 1998. Consolida-se como consequência do reconhecimento institucional ao trabalho desempenhado, assim como à importância atribuída aos temas de gênero da região. Tem entre suas principais funções assessorar e propor ao CMC medidas, políticas e ações em matéria de gênero".

O Fórum de Mulheres do Mercosul, entidade da sociedade civil que presido no Brasil participa desse espaço institucional, pela sociedade civil, há aproximadamente duas décadas. Também integra o CNDM - Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, como titular eleita.

 

Emilia Fernandes, presidente  do Fórum de Mulheres do Mercosul/Brasil acha oportuno que as notícia seja socializada através dos diversos meios. Abertura da VI RMAAM, será dia 06 de julho de 2015, às 19h, no Palácio Itamaraty - Brasília/DF (convite especial).

"As mulheres continuam ainda sendo alvos de violência, discriminação e desrespeito e sobretudo o tráfico, em todos os países do Mercosul. Desta forma, o Fórum de Mulheres do Mercosul, denuncia todas as formas de agressões às mulheres", Disse Emilia Fernandes, que  em especial, se solidariza com presidenta Dilma Rousseff, repudiando as agressões e violência dos ataques a sua dignidade pessoal, cidadã e institucional como autoridade máxima eleita democraticamente para presidir o Brasil, exigindo que medidas sejam tomadas para estancar essa sangria machista, reacionária e conservadora que se avoluma no País, atingindo também jovens, negros, indígenas e LGBTs.


Emilia reafirmou a importância do fortalecimento da democracia e da luta conjunta pela maior participação, valorização, garantia de direitos e avanços das mulheres, dos jovens e dos diferentes segmentos da sociedade - mulheres e homens.



Publicado em: 2015-07-07
Fonte: Assessoria

 


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